• 243
    Shares
Um é pouco, dois é bom e quatro celíacos é melhor ainda…
Conheça a história da Família Lourenço, uma família sem glúten!!!

Hoje vamos conhecer a história de uma família muito especial: a Família Lourenço, composta
de celíacos que sempre encararam a DC de forma natural!

O casal Juliana e Alevir tiveram o primeiro diagnóstico da caçula Gigi, em julho de 2004. Ela era
uma bebê chorona e irritadiça, que aparentemente sofria de cólicas. Após um ano foi
internada com desnutrição e foi diagnosticada com doença celíaca. Automaticamente a família
aderiu ao glúten free.

Em meados de 2012, Alevir começou a apresentar diversas feridinhas em algumas partes do
corpo. Não tardou a receber o diagnóstico positivo de Dermatite Herpetiforme e DC.
Em 2015, Juliana sentia-se mal, com diarreia, e também recebeu o diagnóstico de DC. A família
era quase toda celíaca, com exceção da filha mais velha, a Nathalia. Mas isso mudou neste
mesmo ano, quando ela apresentou muita enxaqueca e positivou para DC.
Assim, quis o destino: um lar de celíacos!

Entre um diagnóstico e outro, a família continuou a vida. Uma transferência de trabalho os
levou de Fortaleza a Ribeirão Preto. Juliana conta que “Ribeirão foi uma fase bem curta e foi
difícil trocar o Nordeste, com seus cuscuz e tapiocas vendidas em cada esquina, tudo sem
glúten e à base de milho, pela capital do Chopp (e diga-se de passagem: com glúten).
A princípio não me pareceu uma boa troca no que se refere à alimentação sem glúten.
Ribeirão Preto é uma cidade linda, de gente trabalhadora, assim como Fortaleza. Porém toda a
reunião terminava em chopp com churrasco. E era glúten por todo lado!
Numa ocasião precisei sair de casa em jejum para um exame médico. Acredite, eu não
encontrei nenhum local seguro para fazer uma refeição fora de casa. E estava incomodada
com aquilo. Com a minha vontade de voltar ao mercado de trabalho + a falta de opções, veio o
desejo de trabalhar com comida sem glúten, com sabor e segura, em local para receber essas
pessoas com muito carinho”. E Juliana literalmente juntou a fome com a vontade de comer.

Outra reviravolta aconteceu com a demissão de Alevir que os levou para perto da família, em
Curitiba. A intenção de Juliana era montar uma marmitaria, mas seu irmão apresentou um
ponto e todos decidiram abraçar a causa. Assim nasceu o Restaurante Capim Santo, em julho
de 2017.

Juliana declara: “Temos muito trabalho, mas amor envolvido e muitas histórias. Eu pude
conhecer pessoas incríveis, como a Sarah, filha da Ana Cláudia Cendofanti. Pensa numa
menininha incrível! As pessoas chegam até nós munidas de fome e de histórias. Como eu
aprendo com cada pessoa que passa pelo Capim Santo! E isso é o mais bacana. Se fosse um
restaurante comum não teria essa essência. Seria unicamente um comércio. Capim tem a
magia de conhecer a comunidade celíaca e fazer amigos. Vocês não imaginam como eu fico
feliz quando as pessoas postam, com carinho, que aprovaram nosso trabalho.
Minhas meninas, ambas celíacas,

Entre em contato com a

Célia Celíaca

Prove sua Humanidade: 1+6=?