Meu diagnóstico
2011, um ano complicado!

O ano de 2011 foi um ano complicado e difícil. Eu inchava todos os dias, comecei a usar blusas largas, batinhas etc. Eu brincava comigo mesma dizendo que eu era uma princesa encantada que todos os dias depois do pôr do sol se transformava em “baiacu”, também chamado “peixe balão” em Portugal, rsrsr. Foi um ano de sofrimento e idas aos médicos. Só no final do ano que um médico cogitou que talvez, quem sabe, eu pudesse ser celíaca. Eu não fazia a menor ideia do que era isso.

A endoscopia com biópsia duodenal em janeiro de 2012 comprovou a suspeita daquele médico, meu quadro histológico era compatível com a D.C tipo 3b da Classificação Modificada de Marsh. Minha atrofia vilositária moderada a acentuada. O gastro que me acompanhou no pós-diagnóstico, posso dizer que foi no mínimo irresponsável, hoje sei como é ser acompanhada por um bom gastro. Minha saúde pagou um preço alto pela ausência de um tratamento adequado.

Já me culpei muito, mas hoje sei que não foi culpa minha, afinal não fui eu que estudei Medicina, não fui eu que me especializei em gastroenterologia…

Confesso que na época não absorvi tudo e nem tinha noção do que era ser portadora de uma doença restritiva e autoimune, aliás na época não fui orientada de forma correta e em breve conto para vocês o que me aconteçeu em 2015.

 

Revisão: Érika Busani

 

 

 

 

 

 

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Célia Celíaca

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